Silencio,responda-me amigo...
Leva de volta os rastros do tempo
Diga ao fêmur que fico
Diga ao limbo que não será agora
Mostra as unhas sujas de vida
E leva o espírito esquelético ao lúmen
Silencio,por favor meu amigo...
Não me solte ao contorcionismo do caos
Fique só mais um pouco,vigia sua súmula
Para esfregar tua face em meu ego disforme
segunda-feira, 17 de março de 2008
Estigma
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